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A Força dos Pequenos Gestos - Sermão de 13/09/2026

há 3 horas
12 min de leitura




Tudo o que fizerem, seja em palavra seja em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus Pai. Cl 3.17


INTRODUÇÃO


Eu vivi vinte e dois anos de minha vida no movimento pentecostal. Foi um tempo de aprendizado extremamente necessário para que hoje eu pudesse expressar minha fé bíblica em Cristo em um contexto pentecostal reformado.


Minha conversão aconteceu nos meus 17 anos. Faz bastante tempo.

A igreja de minha conversão era conhecida como um ambiente rico em dons espirituais. Ali, não apenas pude vivenciar pessoalmente experiências que, de algum modo, edificaram minha fé, como também presenciei coisas das quais não gosto de me lembrar.


Mas, hoje, já um homem mais amadurecido, percebo o quanto uma fala recorrente que ouvi acabou me mantendo perseverante nos desafios dos anos iniciais da fé.


A famosa frase "Deus tem um grande plano em sua vida".

Às vezes, falada informalmente. Às vezes, caracterizada como um dom espiritual.


Acho que todo pentecostal já

ouviu essa ao menos uma vez.


Para um adolescente perdido, sem muitas referências e aspirações na vida, pensar que o Criador do Universo tem um grande plano que te envolve era algo, por si só, revolucionário.


Mas, a maior parte do que me foi prometido

como "o grande plano" nunca aconteceu.

Isso, obviamente, não significa que nada

tenha acontecido.


Muito pelo contrário.


O fato é que, nesses anos servindo a Cristo, aprendi que o tal do "grande plano" é algo bem diferente daquela compreensão mais juvenil do início da minha fé.


É sobre isso que falarei nessa manhã.



Experimentando Deus na vida comum



Bem, eu cresci à sombra do tal do "grande plano de Deus". Esse anseio de viver coisas grandes me lançou em uma busca pessoal intensa e pelas coisas do alto.


E, claro, pude desfrutar de inúmeras bênçãos dessa dedicação.


Mas, ao mesmo tempo, elas me fizeram ignorar um dos aspectos mais significativos da vida cristã: toda a nossa vida é teológica.


O que isso quer dizer?


Nossa vida é sem departamentos, sem repartições.

Tudo o que vivemos acontece na presença do Senhor.

Tudo mesmo!


Então, enquanto eu passava horas "escondido à sombra do onipotente", minha vida comum era ignorada, com receio de que um simples passo em falso meu me tirasse fora do "grande plano".


Eu gastava muito tempo pensando no "grande plano de Deus"

e não no "Deus do grande plano".


E isso, obviamente, afetou em mim algo que

é sagrado para Deus: a vida comum.


...


Talvez seja por isso que, enquanto meditava na proposta do sermão deste culto, o texto de Colossenses 3.17, que li na introdução, tenha ardido tão fortemente em meu coração.


Essas instruções dadas pelo apóstolo Paulo são o desenvolvimento natural do capítulo 3 de Colossenses. Aqui, Paulo está orientando os cristãos de Colossos a viverem, na prática, uma vida de união com Cristo, buscando e pensando nas coisas do alto.


Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas. Cl 3.1,2

É interessante pensarmos que o uso de linguagem feito por Paulo pode soar "misterioso", mas o desenvolvimento que ele faz dessa doutrina é o mais comum possível: ele fala de coisas da vida comum: paixões e ambições, família, trabalho...


Sugestivo não é mesmo?


Então, após pedir que os crentes busquem as coisas do alto, Paulo lhes oferece o conselho de fazerem as coisas "aqui de baixo" em nome do Senhor (vv.17), e como se fosse para o próprio Senhor (vv.23,24).


Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo. Cl 3.23,24


Uma vez que estamos unidos a Cristo,

nossa vida e morte são teológicas.


“Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor.” Rm 14.7,8

Elas apontam para a realidade de que

somos do Senhor e pertencemos a Ele.


Tudo o que fizermos, por mais significativo ou

insignificante, está sendo feito perante o Senhor.


...


Veja, a primeira coisa que gostaria de comunicar ao seu coração é que toda nossa vida importa para Deus. Ele não é um mero espectador de nossas ações, Ele caminha conosco enquanto seguimos em Sua presença!


Cada momento da vida, seja o mais significativo

ou o mais trivial, acontece na presença de Deus.



Respondeu Jesus: “Se alguém me ama, obedecerá à minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos morada nele. João 14:23 (NVI)

Morada. Presença contínua.

Toda vida na presença de Deus.


...


Como já afirmei, nos anos iniciais de minha fé,

isso não era claro para mim.


Talvez no íntimo eu pensasse que só

"viveria uma experiência com Deus"

quando o grande plano dEle se concretizasse.


E isso me privou da graça de perceber

Deus nas coisas comuns do dia a dia.


  • Sabe aquela xícara de café?

  • Aquela conversa descompromissada?

  • Aquela louça que precisa ser lavada?

  • Aquela despedida de um ente querido?

  • Aquele abraço nos filhos?

  • Aquela palavra espontânea que fluiu na mesa com os amigos?


Eu precisei aprender que Deus torna sagrada a nossa vida comum!

Ele ressignifica nossas ações, nossos pequenos gestos.


Então, se havia um plano para mim, esse plano compreendia

não apenas o destino, mas toda a jornada.


Eu não estava em um caminho para encontrar Deus.

Ele já estava comigo. Mas eu precisava agora compreender

de que modo eu poderia experimentá-lo na minha vida.


Mas como isso aconteceria?


É sobre isso que falarei no próximo tópico.



TUDO EM NOME DO SENHOR



Então, se havia de fato um plano para mim, eu precisaria aprender a viver na prática essa realidade de "Deus na minha vida comum" à medida que me rendia mais e mais à Cristo Jesus.


Isso me ensinou a enxergar os pequenos gestos como oportunidades de expressar o amor de Deus. E levei isso a sério no ministério.


Eu me lembro que aprendi com um de meus antigos pastores a importância de acolher e se esforçar para estar disponível para os membros da igreja. Então, ao término do culto, eu passei a ficar na porta para dar o abraço de despedida e declarar a benção de Deus sobre os irmãos que vinham aos cultos de adoração.


Em uma das igrejas que pastoreei, essa prática não foi bem-vista de início.

Me lembro que nos primeiros cultos, havia certa estranheza.


Até que uma irmã antiga, corajosa, "me colocou em meu devido lugar".

Ela disse assim: "Pastor Sérgio, eu sou uma mulher de respeito,

eu prefiro que o senhor não me abrace".


Climão. Retornei à saudação convencional, abraçando apenas aqueles que demonstravam desejo de serem abraçados.


Mas eu não desisti. Abraçar para mim era mais

do que convenção social, era um pequeno gesto

capaz de mostrar amor pelos irmãos.


Mas, com ela, a saudação seguia tradicional e distante.

Mas com amor! E feita em nome de Jesus.


...


Lembrando do texto em estudo, Paulo sintetizou no versículo 17 tudo o que havia dito anteriormente. A realidade de nossa nova vida em Cristo não muda apenas nossa identidade, mas afeta integralmente nossas ações.


Tudo o que fizerem, seja em palavra seja em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus Pai. Cl 3.17


Observe que Paulo não está sugerindo uma lista de coisas para fazermos na igreja ou em nosso devocional secreto com Deus.


Sua afirmação é muito mais abrangente:

"Tudo o que fizerdes, seja em palavra ou em ação".


Tudo...

Tudo deve ser feito em nome do Senhor Jesus.


Calma, vou explicar: isso não significa que devo usar

a frase "em nome de Jesus" em cada ação minha.


Lembre-se do contexto: Paulo está estimulando a prática

de nossa nova identidade em união com Cristo Jesus.


Por isso, fazer em nome do Senhor significa fazer "na autoridade de Jesus", representando a pessoa que invocamos o nome. Isso muda todo o sentido em nossa interpretação.


Sendo assim, fazer tudo em nome do Senhor significa que minhas ações, por menores que sejam, devem ser feitas de tal forma que eu expresse ser alguém que reconhece Jesus como Senhor.


...


Então, para nós, cristãos, o amor expressado nos pequenos gestos (o falar e o fazer do verso em estudo) não é uma mera convenção social.


É a nossa submissão ao senhorio de Cristo.


Cada detalhe da vida deve estar submetido

a Cristo, expressando assim o seu senhorio.


...


Então, retomando o exemplo anterior, eu poderia simplesmente acolher a "estranheza" da igreja com meu carinho como algo normal e me tornar um pastor distante. Isso seria "o certo" a ser feito. Evitaria chatices e confrontos.


Mas não tenho certeza se apenas isso glorificaria ao Senhor. Porque a atitude redimida me convidaria a andar a segunda milha para que o amor praticado produzisse alguns frutos naquela comunidade.


Esse exemplo vale para ilustrar inúmeras aplicações possíveis. Exemplos:


  • Na igreja, no ministério que você exerce, esperamos que todas as suas atribuições sejam realizadas a contento. Isso é o certo! Mas você pode colocar o amor de Jesus em ação e apoiar outras frentes deficitárias, trabalhando como membro do corpo. Isso glorificaria mais ao Senhor!

  • No trabalho, você pode executar suas competências e seguir a cultura administrativa, porque isso é o certo. Mas você pode tornar-se parceiro dos demais colaboradores, incentivador de pessoas em dificuldade e facilitador no meio do time. Isso glorificaria mais ao Senhor (mesmo que não renda um único real a mais)

  • Em casa, você pode pagar as contas e ser fiel a sua esposa e filhos. Isso é o certo. Mas dedicar-se de coração a cada um deles, ouvindo, passando tempo junto e se importando verdadeiramente glorificaria ao Senhor e deixaria uma marca em seus corações. Isso glorificaria mais ao Senhor.

  • Obviamente, eu não estou dizendo que fazer o certo seja ruim ou que Deus não seja glorificado quando fazemos o certo, por menor que seja. Eu estou desafiando você a refletir até que ponto usamos o "certo" como uma acomodação que nos impede de levarmos o bom perfume de Cristo ao mundo, através de relações interpessoais redimidas por Cristo.

Então, "fazer em nome do Senhor" traz esse sentido

de adotar uma postura redimida, repleta do amor de Jesus.

Uma postura que faz com que as pessoas enxerguem,

de alguma forma, Jesus em nós!


Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus. Mateus 5:16 (NVI)

A Bíblia mostra como alguns cristãos experimentaram essa graça de levar outros a glorificarem a Deus por seu bom procedimento em Cristo.


Apenas ouviam dizer: “Aquele que antes nos perseguia, agora está anunciando a fé que outrora procurava destruir”. E glorificavam a Deus por minha causa. Gl 1.23,24

Será que eu e você temos aprofundado nossa rendição a Cristo a ponto das pessoas glorificarem a Deus por nossa causa?


Vivam entre os pagãos de maneira exemplar para que, mesmo que eles os acusem de praticar o mal, observem as boas obras que vocês praticam e glorifiquem a Deus no dia da intervenção dele. 1 Pedro 2:12 (NVI)

...


"OK pastor Sérgio", você deu várias voltas para tentar incutir na minha mente que Deus quer que eu coloque faça tudo em nome dEle, e que isso pode ser entendido como colocar "mais amor" nas coisas que faço. Isso parece lindo na teoria.


Mas não é cansativo viver esse plano?

Ter que fazer mais do que o certo e, em boa parte das vezes,

não ter certeza se colheremos os frutos dessas ações?


Sim, você tem razão:

não é simples viver esse perfil de discipulado.

Mas não é impossível.


Calma, ainda falta uma parte do verso para discorrer.

E uma parte da história para contar.



PEQUENOS GESTOS QUE FLUEM DE UM GRANDE SACRIFÍCIO



Graças a Deus, nós não conhecemos antecipadamente a extensão dos frutos e dos desdobramentos daquilo que fazemos para o Senhor.


Muitas vezes, não vemos os frutos do bem que praticamos. Outras vezes, percebemos esses frutos tardiamente. Mas há momentos que a frutificação é mais rápida do que planejamos.


Conforme fui permanecendo naquela igreja, o hábito de abraçar começou a mudar o clima da congregação comigo. Ao término do culto, os irmãos já começavam a fazer fila para ganhar o abraço. Menos a irmã. Com ela, o tratamento seguia o protocolo "distante com amor'.


Estava dando certo.


Até que um belo dia ela entrou na fila com os irmãos. Estranhei.

Quando chegou a vez dela, estendi as mãos para dar a saudação convencional e ela perguntou: "o senhor não vai me abraçar?".


Acho que foi um dos abraços

mais gostosos da minha vida.


...


Talvez você esteja pensando agora: de onde saíram forças e paciência para administrar isso? Tenha certeza que não foi de mim mesmo (eu sou colérico, lembra?).


A resposta está escondida na segunda parte do versículo em estudo. Aqui está a fonte de onde nós cristãos retiramos a força e a motivação para nos submetermos ao senhorio de Cristo até nos gestos mais simples da vida:


(...) dando por meio dele graças a Deus Pai. Cl 3.17

Paulo não está simplesmente ensinando que devemos ser gratos sempre, embora a gratidão contínua seja uma doutrina bíblica (1 Ts 5.18):


Que a paz de Cristo seja o juiz em seu coração, visto que vocês foram chamados para viver em paz, como membros de um só corpo. E sejam agradecidos. Colossenses 3:15 (NVI)

Ele também não nos dá uma explicação clara no verso sobre o que devemos agradecer. Mas há uma sugestão do que ele tem em mente no contexto mais amplo da epístola:

(...) dando graças ao Pai, que nos tornou dignos de participar da herança dos santos no reino da luz. Pois ele nos resgatou do domínio das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado, em quem temos a redenção, a saber, o perdão dos pecados. Cl 1.12-14

Então, cada pequeno gesto feito em nome do Senhor

é possível porque foi feito por nós um grande sacrifício.


Veja as palavras usadas por Paulo para definir o motivo dessa gratidão:


  • Jesus nos tornou dignos de participarmos da herança dos santos;

  • Nos resgatou do império das trevas e nos trouxe ao Reino de Deus;

  • Ele nos redimiu e nos perdoou;


Ele fez isso subindo à cruz em nosso favor. Ali, Ele padeceu sob a ira de Deus, levando sobre si todos os nossos pecados e maldições. Ele morreu, derramando seu sangue inocente, o Justo morrendo pelos injustos (1 Pe 3.18). Mas Deus, o Pai, o ressuscitou ao terceiro dia, a fim de que fôssemos declarados justos diante dEle (Rm 4.25).


Esse era, de fato, o grande plano de Deus: que Jesus morresse em favor daqueles que receberiam o dom de salvação e o perdão dos seus pecados.


Pois foi do agrado de Deus que nele habitasse toda a plenitude e por meio dele reconciliasse consigo todas as coisas, tanto as que estão na terra quanto as que estão nos céus, estabelecendo a paz pelo seu sangue derramado na cruz. Cl 1.19,20

O grande plano de Deus levou Jesus a se oferecer como um grande sacrifício.

E o que Ele pede a nós? Que creiamos em Jesus

e expressemos essa fé em pequenos gestos de amor,

feitos em Seu nome.


...


É isso que me motiva, dia após dia. Cada desafio pode ser vencido, cada etapa pode ser concluída e cada momento pode ser encarado com coragem, porque sou diariamente alimentado por esse amor que levou Jesus a suportar a ira de Deus por mim.


Que preço alto Jesus pagou.

Comparado à Sua morte na cruz,

o discipulado, ainda que nos custe tudo,

é um preço tão pequeno a ser pago...


Pois o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram. 2 Coríntios 5:14 (NVI)

Então, creio que Deus, soberanamente, tem planos pessoais para mim e para você. Nada é aleatório em um universo governado por um Deus Soberano.


Mas agora entendo que "o grande plano" sempre foi a respeito de Cristo.


Jesus é o plano perfeito!


Seu amor infinito e eterno preenche nosso coração com essa graça que nos impulsiona a tratarmos cada momento como uma oportunidade para declararmos que Cristo é Senhor de tudo!


  • Cristo é o Senhor da Igreja, então estenderei minhas mãos para somar com sua missão;

  • Cristo é o Senhor do meu trabalho, então, deixarei Seu amor fluir através de mim para que não trabalhe para ganhar dinheiro, mas para transformar vidas através dele;

  • Cristo é Senhor da minha casa, então me empenharei pessoalmente para fazer dela um pedaço do céu.

  • Cristo é Senhor do meu descanso, então, comerei e beberei para glória de Deus;

  • Cristo é Senhor de tudo. Então, cada gesto meu expressará isso para que Ele seja louvado através de mim.


Aleluia!



CONCLUSÃO



O tempo passou e eu me recordo hoje com vocês quando concluí minha jornada naquela congregação e me despedi da igreja. A mesma fila se formou para dar o abraço, mas agora, um abraço de despedida.


A irmã Diva (sim, agora posso falar o nome dela) entrou na fila e quando estava diante de mim, me apertou com força e perguntou:


"Pastor Sérgio, e agora, quem irá me abraçar?"

Não foram poucas as lágrimas que rolaram.


Eu nunca saberei quantas feridas foram curadas pelo Senhor

através dos muitos abraços que dei na irmã Diva.


Acredito que isso seja parte do grande plano de Deus.

Mas eu sei que Jesus morreu com os braços abertos para abraçar cada pecador que, arrependido, se achega a sua presença.


E que o grande plano de Deus é que esses pecadores sejam as mãos e os pés de Jesus para consolarem quem precisa de consolação. Esse plano pode se concretizar com abraços, reconciliações, encorajamentos, lágrimas, estímulos, dores e aflições. Por causa de Cristo, cada gesto importa e cada semente dará fruto no tempo certo.


Então meu irmão, "Deus tem um grande plano para você".


A Ele a glória para sempre!



Pastor Sérgio Fernandes

Pastor Titular da IPR



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